sexta-feira, 11 de novembro de 2011

No nada (Andreia)







No nada é possível visualizar o que se é
Sem uso da máscara e longe da canalhada
Aparece o bicho que habita em mim
Com o silêncio percebo como está vivo, nutrido
Inquieto e presente e louco 
E talvez aconteça o inevitável
Ele tomar conta de tudo
Quando nada mais restar



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