sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Tempo (Andreia)

Na passagem das horas nada de novo se vê
Mas a mudança é perceptível quando olho meu rosto no espelho e nele a marca inevitável do tempo...
O tempo que fere os sonhos de outrora,
Que dilacera a retina cansada de vãs tentativas de enxergar novas possibilidades e sair da contra-mão do estado letárgico.
Visualizo o campo de girassóis na caminhada, mas sou acometida num lapso pela real paisagem: as cinzas das horas...



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