Agora ela se dera conta do abismo que se interpõe entre a ideia e sua concretização...a insuficiência gerada retarda seus anseios. Um disperdício que divaga num pensamento encalhado, a mesmice do nada em dias que se arrastam. Não sabe mais avaliar a necessidade de escrever, apenas o faz como um ato de amor, como se tão somente por meio de um agrupamento de palavras pudesse suavizar a sua angústia, incluir-se num beco do qual já fora descartada...só assim pode respirar!!!
A tempestade que devasta tudo ainda é sua segurança, prende-se em arbustos afim de que possa quem sabe mudar o rumo dos ventos e novamente sentir o sol em seu quintal.
Amplifica a esperança-morta, incapaz de virar a página do livro, assim consola-se no refinamento das palavras que escreve inutilmente.A tempestade que devasta tudo ainda é sua segurança, prende-se em arbustos afim de que possa quem sabe mudar o rumo dos ventos e novamente sentir o sol em seu quintal.
Longe de ser loucura, e por ser tão especial pra ela...ainda escreve para se abastecer dos resíduos de ontem.
